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quinta-feira, 5 de maio de 2016

PANORAMA POLÍTICO: Aristeu de volta em Camalaú

Aristeu de volta em Camalaú 

O atual Superintendente do DETRAN-PB, Dr. Aristeu Chaves, deverá ser novamente candidato a prefeito na cidade de Camalaú. O prefeito Jacinto Bezerra, sucessor de Aristeu, não poderá disputar mais o cargo devido já ter sido reeleito. Vale lembrar, que Jacinto assumiu o cargo em abril de 2012, quando Aristeu renunciou o mandato de prefeit9 para disputar uma vaga na Câmara Municipal de Camalaú. Caso Aristeu tome a decisão de voltar a disputar o cargo de prefeito, comentaristas políticos da região avaliam que Aristeu terá facilidade de vencer, uma vez que tem um alto índice de aprovação pelos Camalauenses. 

Empresário é cotado para vice 

O empresário Ronaldo da Moveletro é cotado para ser o candidato a vice-prefeito em uma possível chato encabeçada pelo ex-prefeito Aristeu. Muitos comentam, que na verdade à vontade se Ronaldo é ser o candidato a prefeito do grupo de situação. 

Possível reeleição em primeiro turno 

É grande as chances do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), vencer as eleições já no primeiro turno. Acontece que Cartaxo não tem até agora um candidato competitivo para enfrenta-lo. Longe dessa coluna, desmerecer a capacidade os pré-candidato da oposição na Capital, mas é que não há nenhum nome forte, a exemplo de um Cícero Lucena (PSDB) na disputa. E ainda tem mais, Cartaxo tem chances de unir o PSDB e o PMDB no mesmo palanque.

Carlos Batinga ressalta sua participação na conquista da Escola Técnica para Serra Branca

Na época em que era deputado estadual, Carlos Batinga apresentou 15 emendas ao Orçamento do Estado (LOA 2015), e em uma delas, foi solicitada a construção e instalação de uma Escola Técnica no município de Serra Branca, e também uma para o município de Taperoá. Na última terça-feira (03), o Governador Ricardo Coutinho, assinou a ordem de licitação dessa obra muito desejada pelos Serra-branquenses.

“Fico feliz por essa grande conquista para Serra Branca. Quando deputado lutei para que Serra Branca fosse beneficiada com essa Escola Técnica, que beneficia também outras cidades vizinhas, a exemplo de Coxixola, São José dos Cordeiros, Sumé, São João do Cariri, entre outros”, comentou.

Em 2013, Carlos Batinga chegou a se reunir com a então Secretária da Educação do Estado, Márcia Lucena, juntamente com um grupo de vereadores do Cariri, com o objetivo de pleitear uma Escola Técnica para Serra Branca, e obtendo o sinal positivo pela então secretária.

“Na época, Márcia Lucena nos deixou muito otimistas quanto à execução da obra por parte do Governo do Estado, e três anos depois, estamos colhendo os frutos que plantemos juntos com os Serra-branquenses”, ressaltou Batinga.

Mesmo sem o mandato de deputado na Assembleia Legislativa, é compromisso de Carlos Batinga lutar e defender os interesses dos caririzeiros e dos paraibanos que depositaram nele sua confiança.

Assessoria de Carlos Batinga

Ministro do STF afasta Eduardo Cunha do mandato na Câmara

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki concedeu, na manhã desta quinta-feira (5), liminar que afasta Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do mandato de deputado federal e, consequentemente, da função de presidente da Câmara. A assessoria do deputado confirmou que ele já foi notificado sobre o afastamento. Com o afastamento do peemedebista, quem assume a presidência na Câmara é o deputado Waldir Maranhão (PP-MA).

A decisão atende pedido da Procuradoria-Geral da República e aponta 11 situações em que o parlamentar teria usado do cargo para "constranger e intimidar réus, parlamentares, colaboradores, advogados e agentes públicos com o objetivo de embaraçar e retardar as investigações da Operação Laja Jato". 

No mês passado, o Supremo abriu ação penal contra Eduardo Cunha pelo crime de corrupção. Ele passou a condição de primeiro réu nas investigações da Lava Jato que tramitam no Supremo. 

Julgamento 

O STF tinha divulgado, no fim da tarde dessa quarta (4), que iria julgar o pedido de afastamento de Eduardo Cunha feita pela Rede Sustentabilidade.

O partido alega que Cunha não pode permanecer na presidência da Câmara por ser réu em uma ação penal que tramita no STF sobre o suposto recebimento de 5 milhões de dólares de propina em contratos de navios-sonda da Petrobras. Para o partido, Cunha está na linha sucessória da Presidência da República, cargo que não admite, de acordo com a Constituição, ser exercido por um réu.

“Não é possível que ocupe um cargo que é constitucionalmente vocacionado à substituição do Presidente da República alguém que é réu em ação penal instaurada pelo STF, porque esse estado é incompatível com o exercício das funções de Chefe de Estado e de Governo. Consequentemente, enquanto pende o processo, o envolvido está impedido de exercer a Presidência da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal, devendo, por isso, ser afastado destes cargos.”, argumenta o partido.

Ao fazer o anúncio do julgamento, o presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, disse que a Corte deveria resolver a questão porque esta seria a última sessão do STF antes da votação no plenário do Senado sobre o pedido de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Ela será afastada por 180 dias, em caso de aprovação. A votação está prevista para a próxima quarta-feira (11).


“Está caracterizada a urgência na medida em que será a última sessão [do STF] antes daquela quarta-feira, e que nós poderemos decidir a questão que será trazida pelo ministro Marco Aurélio”, disse Lewandowski.

Caso o Senado aprove a admissibilidade do impeachment e o afastamento de Dilma por 180 dias, Michel Temer, atual vice-presidente, assumiria o cargo e Cunha seria o primeiro na linha sucessória, exercendo na prática as atividades de vice. A Constituição proíbe que um réu assuma uma cadeira no Palácio do Planalto, mesmo de forma interina, no caso de uma viagem de Temer para fora do país, por exemplo.

Quadrilha fecha cidade, faz reféns de escudo humano e explode banco, na Paraíba

Um grupo de pessoas foi mantido refém no fim da noite dessa quarta-feira (4) durante uma explosão a uma agência bancária da cidade de Umbuzeiro, Agreste do estado a 147 km de João Pessoa. Os criminosos fizeram os reféns de escudo humano para conseguir explodir o cofre. Ninguém ficou ferido. A sede da PM foi atingida por tiros. Essa não é a primeira vez que o banco é alvo de criminosos.

O crime aconteceu por volta das 23h30. De acordo com o sargento Everaldo Vieira, do Destacamento da Polícia Militar local, cerca de 20 homens encapuzados e armados com fuzis e pistolas fecharam as três entradas da cidade e iniciaram o plano criminoso.

“Os assaltantes estavam armados com fuzis 556 e 762, além de pistola. Os criminosos fecharam as entradas e saídas da cidade, fizeram um grupo de pessoas que estava em lanchonete com refém e foram para a sede do Banco do Brasil para explodir o cofre”, falou o sargento.

O policial confirmou que os reféns foram feitos de escudo humanos e colocados em frente ao banco durante o crime. “As pessoas foram liberadas assim que eles [assaltantes] conseguiram levar todo o dinheiro do cofre. Ninguém ficou ferido. Os caixas eletrônicos não foram violados”, comentou o sargento Everaldo.

Na hora da explosão, dois policiais estavam dentro do destacamento da PM, mas não revidaram devido ao poder de fogo dos assaltantes. A sede da polícia foi alvo dos criminosos. O grupo fugiu levando o dinheiro do cofre. Na fuga, grampos foram jogados em várias estradas que dão acesso a Umbuzeiro. Ninguém foi preso.

Um levantamento feito pelo Sindicato dos Bancários da Paraíba constatou que até esta quinta (5), 38 bancos foram alvos de ações criminosos na Paraíba.

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