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quarta-feira, 25 de maio de 2016

TRAGÉDIA: Duas mulheres morrem em grave acidente em cidade do Cariri

Um gravíssimo acidente ocorrido no final da tarde desta quarta-feira (25) deixou um saldo de duas mulheres mortas, além de um homem e duas crianças bastante feridos. O acidente ocorreu na estrada que interliga Serra Branca a São José dos Cordeiros e o acidente provavelmente foi criminoso. A cidade está profundamente abalada com o ocorrido e revoltada com a irresponsabilidade do motorista.

As vítimas fatais foram Maria do Socorro Oliveira (foto ao lado), de aproximadamente 65 anos, e uma mulher que estava grávida e foi identificada preliminarmente como Raquel (foto ao lado), de 26 anos. Elas estavam em uma moto. Também foram atropelados o marido de Raquel, cujo nome não foi identificado ainda, com mais duas crianças. Estes estavam no acostamento da pista.

vitimas_cordeirosSegundo informações apuradas pela reportagem do De Olho no Cariri, Antônio dos Santos, pedreiro de 44 anos e morador Sítio Algodão em São José dos Cordeiros, vinha em uma montana preta em alta velocidade e provavelmente alcoolizado quando atropelou as vítimas. Ele ainda fugiu, mas foi rapidamente localizado pela Polícia Militar da cidade e está preso. Segundo o sargento Custódio, que liderava os trabalhos, foram encontradas algumas garrafas de wisk no carro do acusado já apreendido.

Antônio dos Santos inicialmente atropelou o homem com as duas crianças e bateu na traseira da moto onde estavam as duas mulheres que morreram. O impacto foi muito forte e a moto completamente destruída.

As vítimas são de uma mesma família e residentes no Sítio Retiro. O homem com as duas crianças que sobreviveram estão em situação estável no Hospital de Serra Branca e fora de perigo.

DE OLHO NO CARIRI

PSB de Monteiro realiza nesta sexta-feira mais uma plenária popular

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) de Monteiro realiza na noite da próxima sexta-feira (27) a partir das 18h, mais uma plenária popular “Fala Monteiro”, no Clube Juazeiro, em Simão do Bolão, na zona rural do município.

O encontro contará com a presença do ex-vereador e vice-presidente do PSB,Juraci Conrado, e outras lideranças políticas locais e presidentes de associações.

O objetivo dessas plenárias é ouvir da população os problemas e demandas de cada região, para construir uma Monteiro melhor, com mais trabalho e mais desenvolvimento.

Fugitivo de presídio do Pernambuco esfaqueia homem em São Sebastião do Umbuzeiro

Foi registrada na manhã desta terça-feira (25) uma tentativa de homicídio na cidade de São Sebastião do Umbuzeiro, especificamente no Conjunto Frei Damião. De acordo com as informações M.M, de 38 anos esfaqueou O.S.P, de 31 anos.

Ainda de acordo com as informações repassadas a nossa reportagem, o acusado confessou que é fugitivo do presídio de Canhotinho em Pernambuco, por um homicídio cometido naquele estado. O que o levou a esfaquear O.S.P não foi informado.

De acordo com as informações da Delegacia de Polícia, por volta das 08:40 horas, a guarnição da viatura 5773 comandada pelo Sargento Flávio, recebeu uma ligação do hospital local, que havia dado entrada um rapaz esfaqueado e era da creche. De imediato a guarnição foi ao local do acontecido e localizou o acusado, que confessou o delito.

A vítima foi socorrida para o Hospital de Monteiro e o acusado para a Delegacia de Polícia para serem realizados os procedimentos cabíveis.

De Olho no Cariri

Em conversa com Machado, Renan defende impedir preso de fazer delação

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), defendeu mudança em lei para impedir que um preso se torne delator, a exemplo do que tem ocorrido na Operação Lava Jato. A declaração foi dada em conversa gravada com o ex-senador e ex-presidente da Transpetro, subsidiária da Petrobras Sérgio Machado. Alvos da Lava Jato, os dois foram apontados por delatores como beneficiários do esquema de corrupção na Petrobras.

As informações são da Folha de S.Paulo, que também reproduziu na segunda-feira diálogo entre Machado e o senador Romero Jucá (PMDB-RR). Após a divulgação do áudio em que defendia a troca de governo e um pacto para “estancar a sangria” da Lava Jato, Jucá foi pressionado a deixar o Ministério do Planejamento.

Na conversa, Renan afirma que também é necessário “negociar” com membros do Supremo Tribunal Federal (STF) “a transição” de Dilma Rousseff, afastada do mandato. Em um dos diálogos, Machado sugere ao senador alagoano um “pacto” para “passar uma borracha no Brasil”.

Renan responde: “Antes de passar a borracha, precisa fazer três coisas, que alguns do Supremo [inaudível] fazer. Primeiro, não pode fazer delação premiada preso. Primeira coisa. Porque aí você regulamenta a delação”.

Responsável pela gravação, Machado procurou o presidente do Senado, Jucá e o ex-presidente José Sarney em busca de apoio, por temer ser preso e virar réu colaborador.

Em outro trecho, o ex-presidente da Transpetro questiona por que Dilma não “negocia” com ministros do Supremo. “Porque todos estão putos com ela”, respondeu Renan.

O senador disse, ainda, que todos os políticos “estão com medo” da Lava Jato. “Aécio [Neves, presidente do PSDB] está com medo. [me procurou] ‘Renan, queria que você visse para mim esse negócio do Delcídio, se tem mais alguma coisa’”, contou Renan, em referência à delação de Delcídio do Amaral (MS) que fazia menção ao tucano.

Renan demonstrou preocupação com a possibilidade, concretizada, de Delcídio incluí-lo em sua delação. “Deus me livre, Delcídio é o mais perigoso do mundo. O acordo [inaudível] era para ele gravar a gente, eu acho, fazer aquele negócio que o J Hawilla fez”, afirmou, em alusão ao empresário que gravou conversas com dirigentes da Fifa.

Renan disse que uma delação da empreiteira Odebrecht “vai mostrar as contas”, em provável referência à campanha eleitoral de Dilma. Machado respondeu que “não escapa ninguém de nenhum partido”. “Do Congresso, se sobrar cinco ou seis, é muito. Governador, nenhum.”

Ainda na conversa, os dois peemedebistas falam sobre contatos do senador e de Dilma com a mídia, citando o diretor de Redação da Folha, Otavio Frias Filho, e o vice-presidente Institucional e Editorial do Grupo Globo, João Roberto Marinho. Segundo Renan, Frias reconheceu “exageros” na cobertura da Lava Jato e Marinho afirmou a Dilma que havia um “efeito manada” contra seu governo.

Defesa

Por meio de sua assessoria, o presidente do Senado afirmou à Folha que “os diálogos não revelam, não indicam, nem sugerem qualquer menção ou tentativa de interferir na Lava Jato ou soluções anômalas. E não seria o caso porque nada vai interferir nas investigações”.

“Todas as opiniões do senador foram publicamente noticiadas pelos veículos de comunicação, como as críticas ao ex-presidente da Câmara, a possibilidade de alterar a lei de delações para, por exemplo, agravar as penas de delações não confirmadas e as notícias sobre delações de empreiteiras foram fartamente veiculadas”, afirma a nota.

“Em relação ao senador Aécio Neves, o senador Renan Calheiros se desculpa porque se expressou inadequadamente. Ele se referia a um contato do senador mineiro que expressava indignação –e não medo– com a citação do ex-senador Delcídio do Amaral.”

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